Este menino de pelos esbranquiçados no focinho estaria condenado a uma vida em um abrigo. Tem um charme e uma alegria de viver fora do comum, mas, mesmo assim, seu irmão Teco foi adotado e ele sobrou.

Anos se passaram até termos conhecimento do caso. Ele ganhou madrinhas que estão custeando o lar temporário e se empenhando para que ele tenha uma chance.

Ele nunca foi escolhido, e o motivo é sempre o mesmo: preconceito. Ele tem leishmaniose e, também por isso foi abandonado. O irmão era saudável, mas foi descartado no pacote, por ignorância e falta de respeito.

A falta de informação e conhecimento ainda leva pessoas a abandonarem cães diagnosticados com leish. Muitos não têm coragem de eutanasiar e fazem algo ainda mais cruel, abandonam.

Era notório que Tico e Teco tinham tutores. Eles não sabiam se virar nas ruas, sabiam andar de carro e amam um carinho.

Se é pelo exemplo que se transforma o mundo, queremos alguém disposto a ensinar às pessoas que o preconceito se combate com informação.

Tico não tem nenhum sintoma da doença e faz o acompanhamento regular. Não precisou de quimioterapia ou qualquer outro tratamento e apenas faz uso do alopurinol.

Todo tratamento referente a leishmaniose será custeado pelas madrinhas pelo resto de sua vida. Elas só esperam que ele tenha a chance de encantar e fazer parte de uma família. Basta conhecê-lo para se apaixonar.

Ele é porte pequeno, estilo “salsicha”. Já tem mais de 5 anos e muita saúde e amor para dar. Está castrado e com todos os cuidados em dia.

Não se deixe levar pelo preconceito. Ajude este menino a seguir seu destino.

Contato: (31) 9 9985.1678 / 9 8725.1534.

E-mail: adotarumpeludo@gmail.com

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