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Antes de falar dos cães, precisamos falar das pessoas, ou melhor, de algumas delas.

Não apontaremos nomes, mas distribuiremos as carapuças. Nas últimas semanas, algumas coisas aconteceram, algumas inusitadas, outras revoltantes. Essas coisas levaram d. Tereza a adoecer e a recusar nossa ajuda.

É preciso lembrar que se hoje restam aproximadamente 70 cães sob sua guarda, é porque em pouco mais de um ano, mais de 130 deixaram a casa de d. Tereza, ou nas mãos de adotantes, ou de outros protetores que decidiram ajudar (Em janeiro de 2014, eram 130 e pelo menos outros 70 – maioria filhotes – foram deixados em sua porta neste período).

E não foi mostrando filhotinhos fofos e de roupinha que isso foi possível. Noventa por cento ou mais das adoções são movidas pela compaixão, e não se tem compaixão por cães felizes.

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A verdade dói e, por vezes, machuca. E isso vale também para quem se julga a maior benfeitora do mundo e não consegue perceber que passou dos limites faz tempo.

Os dois filhotes das fotos acima estão doentes. Seguem em tratamento para babésia e, apesar do conforto dos trapinhos que d. Tereza consegue oferecer (fruto de doações, sempre muito bem vindas), talvez, eles não sobrevivam.

Nos últimos dias, uma “amiga” de d. Tereza decidiu fazer intrigas, criticando as matérias que publicamos. Não consigo entender com que interesse alguém tentaria denegrir os trabalhos dos outros e jogar d. Tereza contra pessoas que tentam ajudá-la.

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Vários têm sido os telefonemas por ela recebidos nos últimos dias, com ofensas e xingamentos, acusando-a de maus-tratos e de outros horrores mais. Até ameaça ela recebeu.

A gota d’água veio há alguns dias. Um homem aparece por lá oferecendo ajuda. Depois pede permissão para tirar algumas fotos, o que é consentido por d. Tereza, na maior inocência.

Dias depois, talvez consumido pela dor na consciência, esta pessoa volta, desculpa-se com d. Tereza e explica que é um detetive e que tinha sido contratado para ir lá e angariar provas dos maus-tratos. Entretanto, ao constatar de perto a dedicação de d. Tereza, a precariedade da vida que ela leva, e perceber que ela fazia mais do que o possível, decidiu desculpar-se e contar o que tinha feito.

Tudo isso fez d. Tereza questionar se nossa ajuda estava mesmo sendo oportuna.

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Pessoas pra ajudar, tem aparecido poucas. Mas, para atrapalhar, costuma ter fila na porta dela.

Tem também aqueles que ajudam e, aproveitando-se do sentimento de gratidão, continuam insistindo para que d. Tereza receba este ou aquele. Pra este comportamento, tem uma expressão conhecida: “Dar com uma mão e cobrar com a outra.”

É verdade que ali se vê animais saudáveis, sociáveis e felizes. Mas a situação está longe, muito longe de algo aceitável.

Enquanto existirem Chicas e Barucos vivendo 24 horas por dia debaixo da cama,

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enquanto existirem Dudus e Pipicos passando horas em um quartinho sem ventilação e luz (pra não serem atacados e mortos por cães maiores),

ATUALIZANDO: Dudu e Pipico foram adotados.

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enquanto Caíques precisarem viver confinados pra não se machucarem (ele é um poodle velhinho e quase cego).

ATUALIZANDO: Caíque adotado.

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enquanto Bambinas não entenderem que vieram ao mundo pra despertarem afeto (Ela já aceita colo de d. Tereza, mas continua assustada e arredia),

ATUALIZANDO: Bambina foi adotada.

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enquanto Erons e Rainhas continuarem morrendo de depressão e tristeza,

ATUALIZANDO: Raínha foi adotada.

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enquanto gatos continuarem vivendo confinados a um armário ou estante, enquanto d. Tereza não tiver uma casa com sala e quartos, com condições mínimas de habitação e conforto, precisaremos insistir e pedir às pessoas que se mobilizem para ajudar, e não para atrapalhar.

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Por favor, não levem mais animais pra lá. Não é justo, nem com d. Tereza, nem com os animais.

Sabemos que nossas matérias contribuíram para a hostilidade dos últimos dias. Infelizmente, a situação continua grave, mas não será escondendo a verdade que vamos conseguir mobilizar as pessoas. Então, continuemos com o que deu certo até aqui.

Do portão, foi possível ver pela fresta da janela que, do lado de dentro, as coisas não melhoraram muito para os gatos, que continuam vivendo, confinados no alto dos armários da sala.

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E lá chegando, encontramos esta gatinha branca, recém-resgatada, batizada com o nome de Alasca. Segundo d. Tereza, ela era brava demais e estava presa em uma árvore.

E com a autoestima típica contou que só ela teria condições de resgatar, mostrando orgulhosa as marcas das unhas e presas, ainda em suas mãos e braços.

E o que vi, foi uma gata ainda filhote, assustada, tremendo de medo, com as orelhas baixas e ameaçando morder a qualquer dedo que tentasse tocá-la. Está em sofrimento extremo, vivendo num estresse que a matará em poucos dias se não for tirada de lá.

Dona Tereza acredita que ela tenha donos e espera encontra-los. A moça foi resgatada na rua Furtado de Meneses, no Jaraguá.

ATUALIZANDO: A gatinha branca foi resgatada, antes mesmo de publicarmos a matéria, por uma amiga que tem ajudado d. Tereza.

Como já se podia imaginar, ela não é brava, mas estava apenas assustada. Chegando na casa da Thaís, já foi pro colo, interagiu bem e começa a esboçar as primeiras brincadeiras. Será castrada nos próximos dias.

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A situação é grave sim, mas d. Tereza não precisa de Juízes. Ela precisa de ajuda. Precisa de adotantes, aos montes, dispostos a adotar um gato bravo ou um cachorro médio de pelo curto.

Precisa de protetores dispostos a assumir os casos mais difíceis. A gatinha acima não é exceção. Existem animais ali em sofrimento, mas, apesar disso, d. Tereza não é a vilã, não é a “maldita” e “desgraçada”, nomes que ela ouviu nos últimos dias. As pessoas que fizeram essas ligações deveriam se envergonhar do que fizeram, voltar a ligar e se desculpar. É o mínimo o que se espera.

E tem mais. Quando a ração acaba, d. Tereza precisa complementar a alimentação dos animais com pão ou restos de restaurante.

Infelizmente, a ajuda a d. Tereza tem diminuído. Em parte, por causa da crise, mas precisamos também entender que todos têm um limite e poucos são aqueles dispostos a assumir compromisso financeiro sem um horizonte à frente. Afinal, até quando isso vai se arrastar?

Há quem se disponha a gastar com um detetive, pra obter provas e denunciar d. Tereza por maus-tratos. Quantos pacotes de ração poderia ter comprado com esse dinheiro, e quem sabe, melhorar a alimentação daqueles cães?

Se a denúncia for feita e os animais recolhidos, pra onde vão? Será que esta “benfeitora” que contratou o detetive levaria alguns para sua própria casa?

As mortes, que já foram frequentes, não voltaram a acontecer desde os mutirões de castração. Mesmo assim, d. Tereza precisa, por cautela, separar os cães e confinar alguns sempre que sai de casa.

Calanguinho (recém-castrado) é um cachorro grande e forte, mestiço de pastor, de pelo curto. Segundo d. Tereza, ele é o “matador”, responsável por muitas das mortes brutais que lá aconteceram.

É um cão muito dócil com pessoas. É carinhoso e incapaz de morder. Fizemos amizade desde o primeiro dia. A cena abaixo mostra que, de matador ele não tem nada. Mas quem pode saber a que nível de estresse ele chegou para tirar a vida de um dos seus?

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Por cautela, estamos recomendando que ele seja filho único, muito embora tenhamos a convicção de que, num ambiente mais equilibrado, ele não voltará a matar.

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Cães de porte grande são muitos. Se adotados, poderiam reduzir bem os custos com ração.

Madona é um caso bem triste. Ela é dócil e carinhosa, mas ainda guarda lembranças pesadas. Ela foi entregue à d. Tereza, pela própria dona, para que pudesse ser levada a um veterinário e tratada.

Ela estava pele e osso, e com o corpo tomado de bernes (mais de 100, segundo contagem dos veterinários que a atenderam). Era mantida acorrentada dia e noite, sem um só minuto de trégua.

Assim que se recuperou, sua dona disse que não a queria mais, para a sorte da menina.

Conhecemos uma moça alegre e cheia de vida, disposta a brincadeiras.

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Mas, assim que d. Tereza pegou a corrente que a prendia, pra nos mostrar o peso que ela suportava, sua expressão mudou.

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E a reação que se seguiu deixou claro o quanto aquele objeto lhe traz más lembranças. Ela saiu de fininho, com o rabinho entre as pernas, se refugiando a certa distância.

Dona Tereza não amarra seus cães. Madona está ali há muito tempo, mas ainda não esqueceu a dor da vida que teve.

Ela merecia muito ir para uma casa com um jardim bem grande, onde ela pudesse correr e rolar na grama. É o que desejamos pra ela.

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Joaninha é um caso complicado. Ela não se aproxima e costuma morder. Não me lembro de uma vez sequer que eu tenha estado na casa de d. Tereza e não tenha levado pelo menos umas três mordidas.

Desta vez, quando entrei, logo procurei pela menina, esperando pelo ataque, que sempre vem por trás. Quando encarada de frente, ela recua.

Nos primeiros momentos, ela estava nervosa com minha presença, mas logo percebeu a festa dos outros amigos com a minha chegada.

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Talvez este tenha sido o start que faltava pra ela. Veio correndo e pulou nos meus braços.

Joaninha agora é minha amiga. Não vai me morder mais e terá afagos sempre que pedir.

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Eron, o pretinho médio e brigão, já esteve mais solto.

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Encontramos desta vez um cãozinho encolhido, de cabeça baixa, como se buscasse se defender. O tempo dele está terminando, apesar de sua pouca idade (2 a 3 anos, segundo estimativa de d. Tereza).

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Também estreitamos laços com uma menina chamada Suzi. Porte médio, gorda, pelo médio e espetado. Não sei bem a história dela, mas parece que já teve algumas chances e não deu certo. Não sei se ela foi bagunceira demais, briguenta demais ou coisa do gênero.

O fato é que está ali há muito tempo e, com a idade e a rudeza do ambiente, ela nunca nos pareceu um problema.

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Às vezes late, mas seu latido nunca nos pareceu hostil. É mais uma tentativa de interação a distância.

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Dessa vez, ela perdeu a timidez e veio a mim. Pedindo e até disputando carinho com Sianinha, uma mestiça de Boxer bem grande, forte e brigona.

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Pacto de amizade aceito. Assim será, e que a sua adoção não tarde a chegar.

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Outros casos já foram divulgados, mas são tantos cães precisando de ajuda que alguns acabam caindo na mesmice.

Mel é uma cadelinha branca, porte médio, mestiça de alguma coisa de pelo longo, meio indefinido. Sua história foi contada na segunda matéria que fizemos na casa de d. Tereza, isso lá pelos idos de Fevereiro ou março de 2014.

Segundo d. Tereza, Mel pertencia a um casal que parecia estimá-la. Um dia, tiveram uma briga e, pra se vingar da esposa, o marido pegou a Mel e a abandonou longe de casa.

Souberam depois que D. Tereza a tinha acolhido e decidiram buscá-la. Mas aí, D. Tereza achou que o melhor para a cadelinha seria não devolvê-la. Vai saber onde ela estaria melhor!

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As fotos tiradas em fevereiro de 2014 (acima) e as fotos recentes, em nossa visita desta semana (abaixo) mostram que nada mudou na vida dela.

Mas a Mel é uma cadelinha triste. Não brinca, não interage, aceita afagos, mas como se tivesse vergonha de estar ali.

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Lindalva sempre vai merecer nossa atenção. Tiramos dela suas duas últimas filhotinhas, na época, com 3 para 4 meses de vida.

Ela continuou ali, vezes triste, vezes mais alegrinha.

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As brincadeiras dos tempos de Bolinha e Pipoquinha já se perderam em um passado remoto.

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Mas esta semana reencontramos uma cadelinha alegre, disposta a viver. Pediu carinho, como nunca havia feito antes.

Talvez tenha chegado a hora de ela ter uma nova chance.

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E não posso me esquecer dele. Rubinho é o meu melhor amigo ali. Ninguém, nem mesmo d. Tereza, me recebe melhor que ele.

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http://oloboalfa.com.br/fev15-0016-rubinho-melhor-amigo/

Ainda tem um pouco de cerimônia, que dura os primeiros segundos.

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Depois, é festa do início ao fim. Chega a me atrapalhar a fazer as fotos.

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Sianinha também é outro grude. Ela é uma mestiça de Boxer (talvez Pit). Segundo d. Tereza, é encrenqueira, mas pela forma como ela me recebe, não é fácil acreditar nisso.

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Chilavert ainda está por lá, na mesma gordura de sempre. Ele já foi mais bonitinho. Suas chances de ser escolhido vêm diminuindo, infelizmente.

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Outro caso que se arrasta a mais tempo do que deveria é das mãezinhas, Ailha e Arucha.

Elas chegaram à casa de d. Tereza com duas ninhadas, no total de 12 filhotes.

Cuidaram deles até que partissem com novos destinos, deixando mães aflitas.

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Chegaram a cuidar de outros filhotes, estes órfãos de mãe.

Depois disso, foram vacinadas, vermifugadas e castradas. Estão ótimas, com pelagem brilhante.

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São de porte médio a pequeno. Devem pesar em torno de 15 quilos. São muito dóceis e vivem assustadas, dentro da sala da casa de d. Tereza. A história completa está no link abaixo.

ATUALIZANDO: Todos foram adotados, inclusive as duas mãezinhas. Uma das filhotinhas, infelizmente, foi devolvida adulta e continua lá, agora com poucas chances de adoção. Que a adotante entenda o tamanho da sacanagem que fez, condenando uma filhotinha cheia de vida e esperança a uma vida inteira de sofrimento.

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Outra mãe que por lá chegou foi Sofia. É uma cadelinha dócil e carente, ótima como companhia. Ela será castrada na quarta-feira (03/06/2015), num mutirão oferecido pela UFMG.

ATUALIZANDO: Sofia foi adotada.

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Esta ainda não conseguiu se despedir de seus filhos. Eles continuam por lá e, infelizmente, já são quase adultos.

Emily e Latoya (abaixo) serão castradas no mesmo mutirão de quarta-feira. Elas já estão beirando os 4 meses.

São filhotes ainda, mas nem de longe agem como tais. Elas se mostram assustadas, medrosas e arredias diante dos outros cães. Só precisam de um ambiente mais calmo e acolhedor pra se soltarem e voltarem a ser filhotinhas arteiras.

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Raul foi adotado pequenino e devolvido há alguns dias. Ele é o retrato da desesperança. Já tem tamanho pra apanhar e, durante o tempo que estivemos lá, seu rabinho não saiu dentre suas pernas.

Além dele, Ringo e Serena são seus irmãos, que também cresceram por lá.

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Por fim, as mascotinhas, Isis Maria e Angelina, as duas mocinhas que aparecem no início da matéria.

Elas ainda estão em tratamento para babésia. Ainda estão com as mucosas e a língua muito claras, mas estão reagindo aos remédios.

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As carências são muitas. Alguns animais são felizes ali, outros não vivem bem, outros estão em sofrimento, outros devem morrer antes do milagre da adoção.

Mas que fique claro que a maior vítima nesta história é a própria d. Tereza, que não merece ser achincalhada como vem acontecendo. Os animais, em sua maioria, são deixados em sua porta, de forma covarde.

Ela se desdobra e não tem vida própria. Faz muito mais do que pode, o que, infelizmente, em razão da quantidade de cães, não é suficiente. Ela precisa e merece ser ajudada. Dispensamos os julgamentos, os xingamentos, as ofensas e até as ameaças.

Agora, além das câmeras em sua porta, instalaremos também uma bina em seu telefone, pra sabermos de onde vêm esses telefonemas inoportunos.

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COMO AJUDAR

CAMPANHA DE VACINAÇÃO.

Os animais de d. Tereza estão com as vacinas vencidas. Eles foram vacinados em abril de 2014.

Precisamos de aproximadamente 75 doses, ao custo de R$ 15,00 (comprando diretamente na distribuidora). Serão 3 caixas com 25 doses cada, no valor total de R$ 1.125,00.

ATUALIZANDO: Obrigado a todos. Conseguimos arrecadar valor suficiente para a compra de 100 doses de vacinas. Na última contagem, são 93 cães a serem vacinados.

RAÇÃO.

As doações regulares têm diminuído, o que tem imposto à d. Tereza o uso de medidas paliativas, como dar pão aos cães, ou restos de comida vindos de restaurantes da região.

Ela precisa de ajuda constante, mensal. É claro que isso não é solução. O ideal seria doar os animais, reduzindo-os a um número em que, os que ficarem, possam ter, pelo menos, qualidade de vida. Entretanto, enquanto não tivermos adotantes suficientes, que os animais, pelo menos, tenham o que comer, todos os dias. (Ração para gatos também é necessário)

OUTRAS DOAÇÕES.

Material de limpeza, produtos de cesta básica, medicamentos, panos e jornais são também muito bem vindos.

Ela precisa também de ajuda para pagar mensalmente a conta de água, que beira os R$ 500,00. Ela se desdobra para manter tudo limpo e incomodar o mínimo possível os vizinhos.

As doações em dinheiro, pedimos que sejam feitas diretamente na conta de d. Tereza, SEM INTERMEDIÁRIOS.

Se o valor doado for destinado à vacinação, pedimos que nos informem (data e valor) pelo site (http://oloboalfa.com.br/fale-conosco/), apenas para que possamos separar as doações específicas para vacinas, daquelas regulares, destinadas às demais despesas cotidianas.

CAIXA ECONOMICA FEDERAL / AGÊNCIA – 1746 / CONTA POUPANÇA – 112087-6 / OPERAÇÃO 013

NOME DO FAVORECIDO: TEREZA CARLOS VIEIRA. CPF N. 763.578.306-82

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PARA ADOÇÃO.

Contato para adoção: (31) 3443.6318 – 8678.6318.

Pra quem chegou agora e deseja conhecer todo o trabalho que foi feito, seguem os links das matérias anteriores.

http://oloboalfa.com.br/nao-era-esse-o-combinadoxx/

http://oloboalfa.com.br/nao-era-esse-o-combinadoxx-parte-ii/

http://oloboalfa.com.br/nao-era-esse-o-combinadoxx-parte-iii/

http://oloboalfa.com.br/nao-era-esse-o-combinadoxx-parte-iv/

http://oloboalfa.com.br/nao-era-esse-o-combinadoxx-parte-v/

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