A história começa com um abandono quádruplo.

Filhotes com 2 meses de vida apareceram em num lugar distante, onde eles jamais chegariam com as próprias perninhas.

A crueldade foi dobrada. Não bastou abandonar, mas precisava ser em um lugar distante, onde eles não teriam nenhuma chance de sobreviver sozinhos.

Eram dois meninos e duas meninas. As moças foram rapidamente adotadas, mas os dois irmãozinhos machos não tiveram a mesma sorte.

Hoje, aos 3 meses de vida, eles seguem à procura de um novo começo.

Os machinhos são um frajolinha preto e branco que recebeu o nome de Baguera.

O irmãozinho é siberianinho e ganhou o nome de tigrinho.

E quando a união vem em meio a dificuldades, ela se torna mais forte.

Baguera e Tigrinho foram amparados e estão protegidos, mas não estão livres dos perigos naturais. Além do local ser aberto, é um ambiente natural, morada de animais silvestres. E com apenas 3 meses de vida, eles são presas em potencial.

São mito dóceis e já aprenderam a confiar em humanos, mas precisam de adoção urgente e, de preferência, conjunta.

Isso porque os irmãozinhos tornaram-se inseparáveis. Eles formam uma dupla perfeita. Brincam e correm o dia inteiro, estão cheios de energia e prontos para encher qualquer ambiente de alegria.

Baguera o Tigrinho são o que há de melhor no mundo felino. Eles dormem juntos, comem juntos e se lançam juntos em qualquer aventura.

Sozinhos se mostram medrosos e inseguros, mas juntos, eles são aventureiros e corajosos. Um é a sombra do outro, se revezando na liderança do bando.

Precisam de um lar seguro, onde possam crescer com segurança, sem acesso à rua.

Claro que eles estão acostumados com ambientes hostis, mas rua não é lugar pra nenhum animal explorar sozinho.

A adoção conjunta seria o melhor dos mundos para os 2 meninos. Afinal, eles têm um ao outro e sentem segurança no bando, mesmo que seja um bando de dois.

Eles estão saudáveis e prontos para um novo começo.

E se alguém ainda não entendeu porque são conhecidos como bioconstrutores, as marcas na construção em barro são a prova de que eles não têm preguiça de colocar as patinhas na massa.

As marcas são o presente que deixarão para seus salvadores, além da saudade.

Na malinha rumo ao novo lar, eles levarão a gratidão por terem sido salvos, além de uma enorme torcida para que tenham uma vida feliz e segura, com tutores que sejam capazes de entender que receber um animalzinho é uma missão divina.

Eles podem ser entregues na casa do adotante, tanto na região metropolitana de Belo Horizonte quando nas cidades próximas à Serra da Canastra, onde estão temporariamente.

Contato para adoção: Pry ou Samu, pelo Instagram “Vi ocês na Canastra”.

https://www.instagram.com/viocesnacanastra/

E-mail: viocesnabr@gmail.com

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