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Era uma vez, uma família. Mãe e filhotes viviam amparados e protegidos. Um dia, a maioria dos filhotes partiu, levando a esperança de uma vida feliz.

A mãe, que ora chamamos de Chica, continuou com seus donos, juntamente com uma de suas filhas, que decidimos chamar de Chiquinha.

Essa história de nomes iguais já deu o que falar e talvez tenha ajudado a fazer com que as Glorinhas pudessem continuar juntas. Então, Chica e Chiquinha é só mais uma estratégia. Já dá pra imaginar onde pretendemos chegar.

Até aí, era só mais uma história de lobinhos felizes.

Em algum momento, tudo mudou. Não sabemos se os donos se mudaram e não puderam levá-las, se morreram, se foram para o inferno.

O fato é que as duas, mãe e filha, foram abandonadas juntas. Não se desgrudavam. Onde a mãe (Chica) colocava a pata, a filha (Chiquinha) estava junto, como uma sombra.

Vagaram por semanas pelas ruas do Bairro Serrano, sempre juntas. Não era possível encontrar uma delas sozinha.

Encontraram moradores que as alimentavam quase todos os dias. É possível que lhes oferecessem também água, embora já as tivéssemos flagrado bebendo água de chuva, barrenta, empoçada.

Chiquinhas 2

Dormiam debaixo dos carros, ou mesmo no alpendre de alguns prédios, sendo sua presença tolerada por alguns e odiada por outros. Elas tinham livre acesso aos prédios porque são pequenas. Mestiças de Basset, são cãezinhos de colo.

Ainda assim, poucas vezes vi cãezinhos tão tristes. A Chiquinha era o retrato da desesperança. Seguia sua mãe, como se visse nela seu único vínculo afetivo no mundo.

Mas a parte triste estava só começando.

Entraram no cio. Estando nas ruas, era de se esperar que cruzassem com qualquer macho errante. Porém foram fecundadas por um cãozinho Poodle, pequeno, pretinho, bem cuidado e com donos “amorosos”.

Os donos desse cãozinho, percebendo o cio das Chiquinhas, permitiu que seu amiguinho se divertisse com as raparigas da rua.

Inconsequentes, irresponsáveis e covardes, não imaginaram que as duas não deveriam estar ali, e que os filhotes que nascessem depois de apenas 2 meses não sobreviveriam, além de impor às duas o risco de uma morte lenta e doída.

Claro que, estando na rua, seriam fecundadas de qualquer forma, por outros lobos também abandonados. Mas nada disso ameniza a crueldade e insanidade dos donos do Poodle que as fecundou.

A história completa nos chegou após o resgate, buscando informações com alguns vizinhos do local onde elas estavam ficando. Uns diziam isso, outros falavam aquilo, alguém contou uma parte que considerou engraçada. Juntando as peças, conseguimos montar a história.

Tentamos fazer o resgate algumas vezes e fomos obrigados a abortar. Quando pegávamos uma, a outra corria e ficava chorando de longe. O resgate teria que ser conjunto. Ou pegávamos as duas, ou as deixávamos onde estavam.

Por mais de uma vez, estivemos com a Chiquinha no banco do carro, sendo obrigados a soltá-la, depois de esgotadas as chances de captura da Chica.

Se as tentativas mal sucedidas de resgate nos frustravam, foi o que nos permitiu registrar alguns momentos das duas, enquanto ainda viviam nas ruas.

Com a ajuda de uma vizinha que as alimentava, finalmente conseguimos fazer o resgate. Foram levadas a uma clínica veterinária, onde foram  examinadas, desparasitadas e fizeram tratamento para uma otite que já incomodava. Estavam clinicamente bem, apesar da presumida desnutrição e deficiência de vitaminas.

No dia seguinte, já com alta médica, foram levadas a um hotelzinho, onde ganharam uma bela suíte, com casinha, água fresca e comida de qualidade. Desse dia em diante, elas passariam a comer ração de boa qualidade e algumas vitaminas, garantindo-lhes melhores condições de parir e amamentar os lobinhos que estão por vir.

Assim que chegaram à nova casa, se aninharam, sempre juntas, dentro da casinha, demonstrando a tristeza pelo abandono, a insegurança, o medo do futuro e a grande afeição que as mantinha juntas.

Estavam amparadas sim, mas ainda sentindo os efeitos do abandono e da desnutrição dos tempos em que estiveram nas ruas.

Uma semana após o resgate, elas já estavam ambientadas na nova casa, recebendo muito carinho. Agora sim elas estavam recebendo os cuidados que mereciam.

Ainda estavam arredias com estranhos, mas sem o mínimo sinal de agressividade. Eram muito dóceis, embora demonstrassem medo quando acariciadas. Elas não sabiam o que é carinho. Parecia que nunca souberam.

Apesar do abrigo e proteção, a Chiquinha continuava muito triste e deprimida, comendo pouco e sem ganhar peso. Talvez estivesse ainda no início da gestação. Talvez estivesse pressentindo um final não muito feliz para os seus filhos. A nós, caberia apenas fazer o melhor, esperando que tudo desse certo.

Esperávamos poder atualizar esta matéria, contando um final feliz, marcando uma história verdadeiramente emocionante. A exemplo das Glorinhas, as Chiquinhas também não seriam separadas. Era o que desejávamos pra elas. Foi o que prometemos a elas no dia do resgate.

Chiquinhas 5

Mas a vida, às vezes, nos prega algumas peças. Nem sempre é possível entender ou aceitar. No lugar de uma bela história com final feliz, estamos agora sendo obrigados a contar uma das histórias mais tristes que já divulgamos.

Um aborto espontâneo encerrou metade da história. A Chiquinha perdeu sua prole. Foi levada às pressas para a clínica, onde recebeu os cuidados iniciais, fazendo alguns exames, inclusive ultrassonografia, que acusou útero compatível com pós-parto.

Seguiu-se a partir daí a tentativa de salvar a mãe.

Chiquinhas 6

No dia em que a Chiquinha foi levada para a clínica, a Chica chorou e uivou o dia inteiro, como se pedisse em desespero que lhe devolvêssemos sua filha e companheira.

Já a Chiquinha estava abatida demais, triste demais, deixando a quem quisesse ver que não tinha mais forças pra continuar.

O desespero da Chica continuou durante todo o dia, entrando noite adentro, com uma pausa somente na madrugada, quando ela precisou se deitar para parir os seus novos filhos.

Vieram ao mundo 4 lobinhos, sendo três fêmeas e apenas um machinho. Com 4 crianças para amamentar, ela não teve mais tempo pra lembrar da Chiquinha, que lutava pela vida.

Chiquinhas 8

Mais alguns dias e a Chiquinha recebia alta médica, podendo voltar pra casa. Não sabíamos como seria a recepção. Afinal, a Chica agora tinha 4 lobinhos recém nascidos pra proteger.

Decidimos então deixar a caixa de transporte no chão, esperando pra ver a reação da Chica, quando sentisse a chegada da inseparável companheira. Ela se aproximou, certificando-se de quem estava chegando, mostrando excitação com a chegada da Chiquinha.

Chiquinhas 9

Assim que percebemos que não havia sinal de agressividade, decidimos abrir a porta da caixa de transporte, esperando poder registrar o reencontro das duas.

A Chiquinha estava ainda abatida e sem disposição para se levantar.

Como apaixonados por lobos, esperamos sempre o melhor. Esperávamos poder registrar um momento especial, mas o que aconteceu superou todas as expectativas.

A Chica esqueceu por alguns instantes os filhotes que esperavam na “toca”, se aproximou, entrou na caixa de transporte e se deitou ao lado da Chiquinha.

Chiquinhas 10

A mensagem era muito clara:

__Venha, levante-se. Nossa matilha cresceu. Não estamos mais sozinhas, venha conhecer os filhotes.

Esperávamos vê-la reagir e, quem sabe, até ajudar na criação de seus irmãozinhos. Se eles lhe sugassem as tetas, talvez ela pudesse produzir leite, esquecendo a tristeza dos pequenos que não puderam nascer.

Mas a Chiquinha estava triste demais. Ela sabia que não veria os filhotes crescerem. Nem sequer quis conhecê-los. Continuou prostrada mais alguns dias, até precisar voltar para a clínica, pela última vez.

No dia de sua partida, ainda tivemos tempo de fazer estas últimas fotos, minutos antes de sua despedida.

Chiquinhas 11

Lamentamos muito. Ela teve tudo o que de melhor poderíamos oferecer. Os melhores médicos, os melhores medicamentos, os melhores guardiões, que chegaram a alimentá-la na mão para que não deixasse de comer.

Preferimos acreditar que tudo estava escrito. Tinha que ser assim. O porquê, talvez um dia venhamos a saber. Resta-nos amargar essa triste despedida. Não só pela despedida em si, mas porque não pudemos fazer dela uma cadelinha feliz.

Ela nunca foi feliz, nem mesmo quando se sentiu amparada e protegida, se é que tivemos a capacidade de fazê-la se sentir assim. Amaldiçoamos aqueles que permitiram que o seu cãozinho a fecundasse, mesmo sabendo que ela seria fecundada de qualquer forma.

Sabemos que em breve ela estará de volta. Esperamos com toda a força sermos merecedores de recebê-la novamente. Estaremos aqui, de braços abertos, à sua espera, Chiquinha. Saiba que uma de suas irmãzinhas terá o seu nome e será a companhia de sua mãe.

Quanto à Chica, ela ainda espera o retorno da Chiquinha. Como dizer que ela não vai voltar?

Prometemos às duas, no dia em que as resgatamos, que elas não seriam separadas. Não fomos capazes de cumprir a promessa. Mas, sem considerar o descrédito de nossas promessas, que na maioria das vezes reflete nossos desejos e não as reais possibilidades, nos atrevemos a fazer mais uma, dessa vez, à Chica.

Você não ficará sozinha. Nos próximos dias, os filhotes crescerão, abrirão os olhos e estarão correndo e brincando. Você vai nos apontar qual das meninas é a sua preferida e esta será sua nova companheira. Ela será chamada de Chiquinha.

Os dias se passaram e os filhotes estavam fortes e saudáveis. 17 dias de vida, já estavam com os olhos abertos. Quis a vida que dois deles nascessem muito parecidos com a Chiquinha. Precisávamos escolher os nomes para preparar belos anúncios de adoção. Decidimos dar a eles o único nome que lhes caberia.

De agora em diante, eles seriam “os Chiquinhos”. Isso mesmo. Todos receberiam o nome da irmã mais velha que não pôde ficar pra ajudar a criá-los. Receberam os nomes de Chiquinho, Chiquinha, Chiquinha Preta e Chiquinha Branca.

A Chica, com 4 filhotes lhe sugando as tetas, não teve tempo de lembrar da Chiquinha. Os lobos se esquecem e se recuperam muito rápido. Ou talvez, nós ainda não evoluímos o suficiente pra sentir o que levam na alma.

O fato e que a Chica está indo muito bem na tarefa de cuidar dos filhotes.

Já os pequenos, estão crescendo fortes e saudáveis. Em mais algumas semanas, estarão partindo pra escrever outras histórias. Continuamos na esperança de conseguir um adotantre que fique com a mãe e uma de suas filhas (quem sabe duas?).

Os filhotes estavam crescendo muito rápido. Com 30 dias de vida, já brincavam e corriam por todo lado. A essa altura, já havia uma fila de pretendentes, com preferência para a Chiquinha Branca.

Em uma de nossas visitas, decidimos perguntar à Chica qual daquelas filhotinhas ela gostaria que fosse sua companheira pelo resto da vida. Ela nos olhou como se tivesse entendido a pergunta, depois olhou para os filhotes, caminhou até um cantinho e nos apontou a sua preferida.

Os humanos a preferiam por ser a mais bonitinha, mas a Chica tinha outros critérios. Não saberemos jamais, mas sejam quais forem eles, será feita a sua vontade, Chica.

Nessa mesma ocasião, decidimos escolher os nomes dos pequenos. Imaginamos chamar de Chiquinha aquela que viesse a ser escolhida para ser a companhia da mãe, mas achamos que uma Chiquinha só era pouco pra homenagear a mocinha que se foi.

Então, demos a eles os nomes de Chiquinho, Chiquinha, Chiquinha Preta e Chiquinha Branca. Uma justa homenagem a uma cadelinha que partiu muito antes da hora.

Nossa postura diante de nossos resgates são de absoluta confiança na vida. Mas dessa vez, não conseguimos nos conformar. Não era pra ter sido assim. Não poderia ter sido assim. Quando as resgatamos, tínhamos tantos planos, imaginamos tantas histórias que as duas poderiam contar juntas.

Seja feita a vossa vontade. Rezamos para que um dia nos chegue uma explicação que nos acalente a alma. Esperaremos por ela. Já experimentamos alguns reencontros e sabemos que a vida sempre nos dá uma segunda chance.

Precisávamos seguir adiante e pensar nos pequenos. Era o melhor que podíamos fazer pela Chiquinha: Dar aos seus irmãozinhos, tudo o que ela nunca teve.

Nessa idade, eles já estavam bem espertinhos. Brincavam o dia inteiro, mamavam nos intervalos e brincavam de novo. A Chica mostrou-se uma ótima mãe, muito protetora em relação aos filhotes, principalmente diante da aproximação de outros cães.

Filhotes são mesmo tudo de bom. Como não se encantar com carinhas assim? Claro que todos foram disputados.

Mas o dia da separação estava se aproximando. Com apenas 45 dias de vida eles estavam prontos pra começar uma nova história. Restava à Chica aproveitar os momentos finais ao lado dos filhotes.

Ela fazia questão de nos mostrar todo o tempo qual das meninas era a sua escolhida.

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Os filhotes também pressentiam a separação. Também tentavam aproveitar os últimos momentos juntos.

Chiquinhas 22

O Chiquinho foi o primeiro a partir. Sua adotante, chamada Regina, não procurava um cãozinho de estimação. Ela queria um novo membo da família, que pudesse viajar com eles.

Como era o único macho daquela família, o menino se achava o lobo alfa. Tinha um jeito todo especial de mostrar dominância e de monopolizar a ração.

Logo depois, foi a vez da Chiquinha Preta. Juliana e Julia vieram buscá-la. Ela dormirá dentro de casa, mais precisamente na cama dos donos. Terá também a companhia de mais uma penca de lobinhos, todos miúdos e brincalhões.

Chiquinhas 25

Mais tarde, recebíamos a Beatriz e o Felipe. Eles chegaram para buscar a Chica e a Chiquinha Branca. Elas foram recebidas por uma família abençoada. Teriam o direito de viver dentro de casa, com todo o conforto e companhia em tempo intgral.

Tentamos sincronizar a vinda dos adotantes para que os três filhotes partissem primeiro e a Chica por último, junto com sua eterna companheira.

Mas, um desencontro nos impediu de localizar a adotante da última filhotinha. Assim, partiram Chica e Chiquinha Branca, deixando pra trás uma espoleta chamada Chiquinha. Por sorte, ela já estava pra lá de ambientada com uma matilha especial. Nem sentiu a partida de sua mãe. Continuou brincando e pulando no mesmo ritmo, como se nada tivesse acontecido.

A Chica estava tensa na partida, mas tínhamos a total confiança nos adotantes, que se mostraram apaixonados por lobos, dispostos a dar à Chica a vida que nunca teve. A Chiquinha Branca, que passará a se chamar Luna Chiquinha (Chiquinha só pra manter a homenagem à original) já nasceu amparada e protegida. Terá tudo o que um lobo precisa pra ser feliz.

Como a Chiquinha acabou ficando mais tempo por aqui, a farra foi boa. Ela ficaria apenas mais um dia, mas foi o suficiente pra ser adotada pela Mariana.

Mesmo com as tetas já secas, deitava e oferecia a barriga à Chiquinha. Mariana é mesmo tudo de bom.

Ela continuará conosco por um bom tempo. Seus exames de saúde não foram dos melhores. Mas não importa. Ela terá o melhor que pudermos proporcionar. Com o restante da matilha, a adaptação da Chiquinha não foi diferente.

Em poucas horas, já estava a Chiquinha completamente adaptada. Entrava no meio da confusão da Pintada e Mari, como se tivesse tamanho.

Mas sua permanência em nosso território não seria duradoura. O que ocorreu foi um simples desencontro. No dia seguinte, no final da tarde, a Chiquinha partiria para sua nova vida. Foi recebida pela Daliane, Marco Antônio e Kiara, exatamente como devem ser recebidos todos os lobinhos.

Mae e filhotes partiram levando na mala a torcida e todas as nossas esperanças. Rezamos muito pra acertar nas escolhas.

Nos restava esperar pelas notícias e fotos de todos eles, para que pudéssemos atualizar a história, mostrando os filhotes já crescidos, felizes, saudáveis e muito amados.

Esperaremos também pelo retorno da Chiquinha, e que ela encontre por aqui um mundo mais acolhedor. Terminamos esta matéria com uma foto que pode ser interpretada com uma só palavra: PAZ

Mas este não foi o final da história. Um desencontro impediu que a Chiquinha Preta ficasse com Juliana e Julia. Haviam se passado 30 dias desde a adoção, quando recebemos de volta a coisinha mais bagunceira que já existiu. Ficou em nossa casa apenas dois dias, mas o suficiente para quase colocar fogo na casa, ou melhor, quase alagar toda a casa.

Chiquiha Preta de volta

Como já era de se esperar, ficou por aqui apenas dois dias. Cândida foi uma das primeiras pretendentes à adoção da Chiquinha Preta e quando teve a notícia de que ela estava novamente para adoção, nos ligou imediatamente, dizendo que continuava na disputa. Claro que tamanha insistência não poderia ser desconsiderada. Dessa vez, a preferência seria dela.

Marcado o dia do encontro, esperávamos uma bela recepção. Mas quando o assunto é “lobos”, claro que a vida nos surpreende, sempre positivamente. Na nova casa, um lobinho especial esperava pela Chiquinha. Sansão é o nome dele, embora, de Sansão, ele só tenha a alva cabeleira. Recebeu muito bem a pequena e em questão de minutos, já estavam ensaiando as primeiras brincadeiras.

Depois de conhecer seu novo companheiro canino, foi a vez de Letícia e Cândida. Assim deveriam ser recebidos todos os lobos.

Poucos lobinhos têm tanta sorte. A Chiquinha Preta teve duas donas muito especiais. Primeiro a Júlia e agora a Letícia, ambas legítimas representantes de uma geração que veio pra fazer tudo diferente. Temos a certeza de que será muito feliz.

E pra terminar, um vídeo que nos foi enviado pela Beatriz, adotante da Chica e Chiquinha Branca, hoje chamada de Luna. Após o desmame, surgiu um nódulo nas tetas da Chica, impondo a ela uma cirurgia e três dias de internação. Nesse período, a Chiquinha Branca mostrava-se inquieta e abatida, sentindo a falta de sua mãe.

Assim que teve alta médica, voltou a Chica para os braços de sua família.

Alertada de que o encontro entre mãe e filha merecia ficar registrado, decidiu a Beatriz nos presentear com um vídeo do reencontro das duas, tendo como cinegrafista o Luiz Felipe (créditos a quem merece).

http://youtu.be/LhKo94gmtWA

Vídeos assim deveriam ser exibidos em horário nobre, pois têm a força de ajudar em nossa evolução. Temos muito a aprender com os lobos.

Nosso mais sincero agradecimento a todos os adotantes acima. Graças a pessoas como vocês, o nosso trabalho pode prosseguir.

O Lobo Alfa H 10