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Existe um novo tipo de adotante surgindo.

Eles procuram adotar animais especiais. Escolhem os mais necessitados, os mais debilitados, aqueles que não têm chances. E, graças a esses novos humanos, destinos cruéis estão sendo mudados.

Magela, um vira-lata de porte médio, de 5 anos, que chegou ainda filhote no abrigo em Belo Horizonte, cego desde que nasceu, hoje corre e brinca com uma companheira canina, pelos jardins da casa da Nívea, lá em São Paulo.

http://oloboalfa.com.br/magela/

Especiais 1

Goiaba e Angel, ele um Pinscher com meia dúzia de dentes na boca e ela, uma Cocker cega, jogados de um carro de luxo, a uma quadra da Via Expressa, em Belo Horizonte, foram acolhidos juntos, pela Camila, uma representante desses novos humanos, em Sorocaba, interior de São Paulo.

http://oloboalfa.com.br/goiaba-e-angel-juntos-pela-inclusao-social/

Baltazar, um mestiço de Poodle cego desde que nasceu, estava literalmente morrendo de tristeza nos fundos de um canil. Poucos dias após a adoção, a Marília já nos escrevia contando que ele corria pela casa, desviando dos móveis, subindo e descendo no sofá e nas camas e já sabia em qual cantinho da área o sol da manhã chegava primeiro.

http://oloboalfa.com.br/baltazar-destino-ou-azar/

Losk, Francisca, Cléia, dentre outros cãezinhos também cegos, têm hoje tratamento de realeza na casa dos novos donos. Ana Paula, Thalita e Vanessa receberam os pequenos Losk, Francisca e Cléia.

http://oloboalfa.com.br/losk/

http://oloboalfa.com.br/francisca/

http://oloboalfa.com.br/cleia-ou-melhor-baby/

Entre os mutilados, Temos o Pingo, um Poodle de 3 pernas que foi jogado em uma praça, onde ficou por 8 horas no mesmo lugar, esperando o retorno dos donos.

As fotos do pós adoção provam que ele foi adotado por alguém tão diferente quanto ele. Luciana é o nome do anjo enviado pra salvar o Pingo.

http://oloboalfa.com.br/pingo-ele-so-falta-falar/

Doug, um cãozinho paraplégico que foi abandonado em uma calçada, hoje corre pelos jardins da casa da Marina.

http://oloboalfa.com.br/doug-sem-palavras/

Sasha, positiva para Leishmaniose, foi tratada da doença. Já estava negativada mas, dependeria do uso constante de um medicamento. Foi recebida pela Flávia e vive hoje em um sítio com muito espaço, em companhia de outro cão, também positivo e tratado.

http://oloboalfa.com.br/sasha-eu-posso-viver/

Especiais 8

Entre os arredios, Pitchula foi retirada do “Campo de Concentração”. Era muito medrosa e mordia a qualquer um que tentasse pegá-la. Chegou a morder todos os funcionários da clínica onde ficou. Para cada procedimento, como banho ou vacina, só com cambão e sedação. Como doar um cachorro assim?

Quando a adotante foi informada desse comportamento, a resposta foi: __Tenho cicatrizes nas mãos. Minha última adotada era pior. A Pitchula precisa de mim.

No mesmo dia da adoção, a Cláudia nos telefonou: __Ela não é nada daquilo que você falou. Está aqui na cama comigo, deitada no meu colo. Já a carreguei por todo lado.

http://oloboalfa.com.br/pitchula-uma-vida-de-sofrimento/

Nina, uma vira-lata de 3 quilos, fez todo o tratamento para câncer. Curou-se, mas a doença poderia voltar. Talvez tivesse vida curta. A resposta que tivemos da Marcela foi de que: __Perdi uma cadela recentemente de câncer. A Nina poderá ter vida curta, mas terá vida.

http://oloboalfa.com.br/nina-vira-lata-micro-toy/

Especiais 10

Mais recentemente, nos deparamos com uma história muito triste. A sensação que ficou foi de que o Rafael veio ao mundo apenas pra sofrer. Como eles não têm dívidas cármicas, só nos resta acreditar que nós é que precisávamos aprender alguma coisa com a história que ele deixou.

Especiais 11

Ele já estava morrendo, quando foi adotado. O último golpe foi duro demais. Ele não teria forças pra se recuperar.

http://oloboalfa.com.br/rafael-ele-tem-nome-de-anjo/

Mesmo assim, a Cíntia o recebeu de braços abertos. Chegou a quase abandonar a faculdade pra cuidar do Rafael. Por 21 dias, ela o carregava pela casa, conversando com ele, pedindo que não desistisse, apresentando-o aos outros amigos peludos, contando-lhe como era o comportamento e a personalidade de cada um. Ele parecia entender e até demonstrava gratidão, mas não tinha mais forças.

Nos 21 dias em que esteve na casa da Cíntia, ele teve mais colo e atenção que em toda a sua vida. O que levaria alguém a adotar um cachorro que estava morrendo? Que tipo de razão levaria alguém a assumir as despesas de um animal que acabara de conhecer, sabendo que a luta seria inglória?

A única explicação é que o Rafael viveu os últimos dias nos braços de um anjo. Não era a mesma que o conduziria ao lugar de descanso, depois que seu coração parasse de bater. Mas era um daqueles humanos especiais a que nos referimos.

Acreditamos na transformação planetária. Acreditamos que a Terra, em breve, estará habitada somente por pessoas como estas citadas acima. Virá o dia em que todos os humanos serão protetores de animais. Estamos a caminho, mas ainda falta um pouco.

É que, por enquanto, a matemática ainda não está fechando como deveria. Os abrigos ainda estão cheios, muitos animais ainda morrem pelas ruas, cãezinhos cegos, mutilados e soro positivos ainda esperam por uma adoção que nem sempre chega.

Essa matéria foi elaborada com o objetivo de despertar mais alguns desses novos habitantes do planeta.

Recentemente, precisávamos de 23 desses filhos dos novos tempos, para animais especiais que retiramos da casa de D. Tereza.

E conseguimos encontrar pelo menos 16, em uma feira realizada somente para os casos especiais, cães cegos, velhos e muito assustados. Os outros acabaram adotados depois.

No link abaixo, alguns dos finais felizes no trabalho que realizamos na casa de D. Tereza.

http://oloboalfa.com.br/super-feira-especial/

Infelizmente, o número de cães especiais ainda é grande em relação às pessoas que se dispõem a recebê-los. Muitos ainda esperam por uma adoção, que nem sempre chega.

Em Belo Horizonte, a Aninha, retirada em janeiro/14 dos porões da SMPA está para adoção, depois de quase dois anos de intenso tratamento, ela ainda não se recuperou totalmente.

Aninha

http://oloboalfa.com.br/aninha-ela-nao-sabe-sorrir/

No Rio Grande do Sul, muitos casos especiais esperam por adoção.

http://oloboalfa.com.br/destaque/?regiao=rs

A Pretinha da foto abaixo foi adotada. Ela já não usa mais cadeirinha. Já ensaia os primeiros passos.

Pretinha RS

Os casos especiais se espalham por todo o País. Muitos deles estão registrados em nossas galerias.

Feira virtual O Lobo Alfa

Queremos muito ajudar a mudar esses destinos. Por isso, precisamos despertar mais humanos especiais.

Lembramos ainda que muitos vira-latas jovens, saudáveis, sociáveis e inteiros terminarão seus dias em abrigos. Faltam adotantes.

Seja feita a Vossa vontade.

O Lobo Alfa H 10

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